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"Somente a mente sabe o que está acerca do coração, cada um é seu próprio juiz:

A pior enfermidade para um homem sábio é desejar o que não pode desfrutar;"

(Hávamál, 95).

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Bem Vindo ao Clã Guardiões da Luz
Bem Vindo ao Clã Guardiões da Luz PDF Imprimir E-mail
Escrito por Kauane Pathmaker   
Qui, 12 de Outubro de 2006 10:00
O Clã Guardiões da Luz é um grupo pagão que busca a evolução espiritual dos seus membros através do “Caminho da Luz”. Este caminho é a forma de aprendizado para aqueles que desejam obter conhecimentos idôneos de Bruxaria Tradicional, Magia Natural somado a Psicofilosofias e outras práticas mágicas.
Última atualização ( Qua, 27 de Agosto de 2008 14:09 )
 
Walpurgisnacht PDF Imprimir E-mail
Escrito por Aleteia   
Seg, 13 de Outubro de 2008 01:21

Walpurgisnacht, Walpurg ouWalburga (30 de Outubro), Majfest, Maitag (1º de Novembro)


A celebração de Walpurgis era uma noite de escuridão e muita atividade. As nove noites anteriores eram dedicadas à lembrança de auto-imolação de Odin para conquistar a sabedoria das runas. Na última noite quando ele “morria”, no sentido xamânico, antes de renascer como sábio todas as luzes dos Nove Mundos se apagavam e o caos reinava e no instante final antes, da meia-noite, a luz voltava com um brilho maior e fogueiras eram acesas em Midgard para comemorar. Nessa noite, espíritos, fantasmas e trolls tinham trânsito livre pela terra, por ser a noite final da “Caçada Selvagem”.

Walpurgisnacht é, portanto, a última noite da metade escura do ano, iniciada em Disablot (seu pólo oposto na Roda do Ano), enquanto Majfest é a celebração do dom da vida recebido das divindades no final do inverno.

Este festival era dedicado a Odin e Walpurga, uma antiga deusa teutônica, guardiã dos sonhos dos heróis mortos, regente dos mistérios da noite e da magia e uma possível adaptação dos apectos “escuros” de Freya e Holda. Para ofuscar as celebrações pagãs que resistiam às proibições e perseguiçõe cristãs, a Igreja sobrepôs a essa data a homenagem a uma freira do século VIII, Walpurga, que teve uma vida sem indício de santidade, mas que após a morte, teria criado um óleo milagroso que brotava junto do seu túmulo, justamente no primeiro dia de maio. Como o óleo curava as pessoas, ela foi canonizada como santa e, com o passar dos séculos, a lendas e os atributos da deusa e santa foram se fundindo.

Mesmo nos dias de hoje, é importante a presença da fogueira nesse ritual, da queima de resíduos negativos (bonecos de palha, galhos secos, coisas velhas), das práticas oraculares, das bençãos das lavouras e dos animais, das oferendas para os seres da natureza, das danças em pares e dos encantamentos de fertilidade ou amor.


Correspondências

Cores: vermelho, branco, verde escuro, amarelo escuro e azul.

Runas: Mannaz, Laguz, Ingwaz, Othala, Peordh e Raidho.

Animais: vacas, cabras, coelhos e abelhas.

Seres Míticos: fadas, faunos e pégasus

Pedras: esmeralda, safira quartzo rosa, lápis lazúli, ágata amarela.

Incensos: maracujá, baunilha, rosa, melissa, almíscar e olíbano.

Ervas: hibísco, açafrão, margarida, rosa vermelha, calêndula e maracujá.

Deusas: Walburg, Freya, Sjofn, Hnoss e Ingborg.

Deuses: Frey e Odin.

Alimentos: laticínios, mel, aveia, frutas vermelhas, salada verde, bolo de cevada e doces.

Bebidas: Sucos, vinho rose e cidras.

Última atualização ( Qua, 04 de Novembro de 2009 22:23 )
 
Houve um Dia PDF Imprimir E-mail
Escrito por Bellenus MhóboM   
Ter, 12 de Agosto de 2008 02:40

Houve um dia
Que a gente lá do alto descia
Ao nível Dela, do mar a gente ia
Com carinho, energia e alegria
Pretender algo que nascia

Houve um dia
Que no sorriso, no toque e na companhia
Se via, se sentia, o crescer da energia

Houve um dia
Que a sabedoria de perto fingia
Que olhando, sentindo e observando, dormia
Numa perna só, com cara se viraria
No momento certo, de cima, nos abençoaria

Houve um dia
Que as árvores com raízes fincadas na feitiçaria
Com galhos que eram mãos de magia
Onde a Deusa nos brindava com a real fantasia
E onde a colorida energia fluía

Houve um dia
Que o animal, com força, crescia
E com clareza aparecia

Houve um dia
Que o sorriso vencia
Que com nuvens o céu anuncia
Que uma coisa única se faria
E também o sol se mostraria

Houve um dia
Que com o banho a má energia se ia
E eu, ficando cheio de energia pura e minha

Houve um dia
Que a Runa na face se fundia
Nosso verdadeiro ser se mostraria
Com um Beijo Sagrado se fazia
E minha terceira visão se abriria

Houve um dia
Que se consagra harmonia
No momento que a sabia coruja pia
Parece fantasia
A Deusa ali sabia!
O poder e a força que nascia

Houve um dia
Que a semente na terra forte germinaria
Que o fogo e a Luz nascia e crescia
Na noite que ainda era dia

Houve um dia
Que a Donzela dançava e ria
Do ousar que ali aparecia

Houve um dia
Que a queima do mal se fazia
Dando chance ao fogo que crescia
Queimava a erva do mal, a erva daninha
Mas o amor, ao final, vencia

Houve um dia
Que a cada um pedia
Crescimento, evolução e harmonia
Num sete de seis que tudo se via

Houve um dia
Que a verdadeira liderança de fazia
Mostrando paz, amor e sabedoria
No caminho da Bela e da energia

Houve um dia
Que se lança ao chão a semente que geraria
A Luz do crescimento e a sabedoria
Que guardada por nós seria

Houve um dia …
Se eu fosse você acreditaria!

Bellenus MhóboM
Imbolc/2008

Última atualização ( Ter, 12 de Agosto de 2008 03:05 )
 

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